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Coluna EXPRESSINHAS – Semanário EXPRESSO AMAZÔNIA

Escrito por Romerito Aquino e Tião Maia em . Publicado em Expressinhas

Encontro de mandioqueiros

Foto DivulgaçãoFoto Divulgação

Com apoio da Embrapa, Ifac e Creac-Ac e de empresas privadas como a Casa da Lavoura, a Secretaria de Agricultura e Pecuária (Seap), do governo acreano, promoverá em Rio Branco, nos dias 7 e 8 de junho, o I Encontro de Mandioqueiros do Alto Acre e Capixaba. A ideia é reunir produtores de mandioca de Xapuri, Epitaciolândia, Assis Brasil, Capixaba e Brasiléia, para debater os avanços que a região vem alcançando com este tipo de lavoura. O encontro será coordenado pelo secretário-adjunto de Agricultura e Pecuária, Fernando Melo.

Adubação verde

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A técnica mais usada para a abertura de novas áreas para o plantio sempre foi a derrubada de árvores, seguida do uso do fogo, com impacto muito negativo para o meio ambiente e para o solo. No Acre, no entanto, uma nova tecnologia de plantio está ganhando cada vez mais adeptos entre os agricultores. Trata-se da adubação verde com o uso da mucuna e de outras leguminosas forrageiras, que tanto corrigem o solo, como serve para adubo, dispensando a queimada. O meio ambiente e a produtividade agrícola agradecem

Energia de graça

Foto Arison JardimFoto Arison Jardim

Nas margens da rodovia federal BR-364 e do rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, o piscicultor Claudevir Alves de Souza encontrou algo engenhoso e de custo zero para reduzir suas despesas e ampliar a produtividade dos peixes que cria nos açudes de sua propriedade. Construiu um catavento para oxigenar a água dos seus açudes e, desta forma, aumentar a sua produção de tambaqui, pirapitinga, tambacu, curimatã, matrinxã e pirarucu. O vento movimenta o tempo todo o catavento, que movimenta um motor para oxigenar a água.

Desconto na agricultura

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O Banco da Amazônia anunciou a realização de um programa de renegociação de dívidas dos produtores rurais. A iniciativa vale para agricultores empresariais e familiares, com a promessa de descontos de até 85% para quitação dos débitos. As operações serão feitas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e os refinanciamentos podem ter prazo de até dez anos, com a possibilidade de carência até 2020 para início dos pagamentos. As taxas de juros variam de 0,5% a 3,5% ao ano.

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