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Reflorestamento de 2,2 milhões de árvores adensa até florestas indígenas no Acre

Escrito por Romerito Aquino (*) em .

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Plantio de seringueiras, castanheiras e frutíferas no Acre adensa a floresta e melhora qualidade de vida no meio rural do estado

Índio Kaxinawá mostrando algumas das 10 mil mudas ganhas por sua aldeia em Tarauacá - Foto Gleilson Miranda, Secom-ACÍndio Kaxinawá mostrando algumas das 10 mil mudas ganhas por sua aldeia em Tarauacá - Foto Gleilson Miranda, Secom-AC

O Acre é um dos estados da Amazônia que mais tem investido em reflorestamento, ampliando de forma considerável o adensamento de sua floresta, as cadeias produtivas e a renda da maioria de seus mais de 40 mil pequenos produtores ou agricultores familiares, que se encontram espalhados pelos seus 22 municípios, na parte mais ocidental da Amazônia brasileira.

Até o final do ano passado, o governo Tião Viana, em seus seis anos de gestão, já havia plantado 2,2 milhões de árvores dos tipos seringueira, castanheira e de frutíferas como açaí, coco, cupuaçu, graviola, abacaxi, laranja, limão, tangerina, manga, acerola, entre outras frutas.

FOTO 2 - Dez mil mudas de açaí foram entregues pelo governador Tião Viana na aldeia Pinuya, em Tarauacá - Foto Gleilson Miranda, Secom-ACFOTO 2 - Dez mil mudas de açaí foram entregues pelo governador Tião Viana na aldeia Pinuya, em Tarauacá - Foto Gleilson Miranda, Secom-AC

Nos dois primeiros meses deste ano, o governo acreano, através de sua Secretaria de Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), estará entregando, ao custo de cerca de R$ 1 milhão, mais 310 mil mudas a cerca de mil famílias de agricultores familiares dos municípios do Bujari, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó, Manoel Urbano, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Mâncio Lima e Assis Brasil. Até agora, já foram entregues no estado mais de 43 mil mudas.

Além da fruticultura, a Seaprof dá hoje suporte às cadeias produtivas de agricultores familiares da suinocultura, piscicultura, avicultura, horticultura, borracha, castanha, mel e mandioca, atendendo também os polos agroflorestais, a certificação, o cooperativismo, a assistência técnica e extensão rural e a extensão indígena.

Mais mudas para as comunidades indígenas

Segundo a direção da Seaprof, a fruticultura, em particular, tem importância fundamental para a fixação do pequeno agricultor no meio rural do estado. “Esse programa tem uma importância estratégica para a produção familiar. Fruta é um tipo de cultura que tanto é importante para garantir renda a mais aos produtores como é um reforço na segurança alimentar dessas famílias beneficiadas”, assinala Taumaturgo Neto, secretário da Seaprof.

A Secretaria também informa que começam a ser entregues esta semana, no município de Tarauacá, novas mudas de frutíferas para as comunidades indígenas, que já contam no Acre com programas de segurança alimentar que garantem às várias etnias indígenas do estado tanto a boa alimentação para o seu povo como a venda de excedentes nos mercados das localidades da região.

FOTO 3 - Mais de 300 mil mudas frutíferas serão entregues até o fim de fevereiro em nove municípios do Acre - Foto Francisco GuimarãesFOTO 3 - Mais de 300 mil mudas frutíferas serão entregues até o fim de fevereiro em nove municípios do Acre - Foto Francisco Guimarães

Até o primeiro semestre do ano passado, o governo acreano já havia investido mais de R$ 20 milhões em políticas públicas voltadas ao fomento da produção agrícola dos mais de 19 mil índios acreanos, incluindo ações de produção, de assistência técnica e de concessão de mudas e animais domésticos.

Os investimentos tanto em frutíferas quanto em cadeias produtivas são resultados de parcerias executadas pelo governo acreano com o Fundo Amazônia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vêm financiando a agricultura familiar e outros projetos econômicos em um dos estados mais sustentáveis da região amazônica.

(*) Com Leônidas Badaró, da Secom-AC.

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