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Prefeito Marcus Alexandre cria Ecoponto para coleta de resíduos

Escrito por Tião Maia em .

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Rio Branco ganha seu primeiro local para receber pneus, geladeiras, galho de árvores, papelão e outros resíduos largados nos bairros

Prefeitura inaugura o primeiro dos 14 Ecopontos que serão construídos na capital acreana - Foto Ascom-PMRBPrefeitura inaugura o primeiro dos 14 Ecopontos que serão construídos na capital acreana - Foto Ascom-PMRB

Materiais descartados, que podem ser reaproveitados, já têm um destino na cidade de Rio Branco. Trata-se do “Ecoponto”, o primeiro do gênero na capital acreana, considerado o local adequado para depósitos de todos os tipos de resíduos, que serão, posteriormente, enviados às Áreas de Triagem e Transbordo (ATT).

O Ecoponto foi inaugurado na última sexta-feira pelo prefeito Marcus Alexandre, que disse que no local, a partir de agora, será realizado trabalho de educação em parceria com a comunidade com o objetivo de fazer o gerenciamento correto dos resíduos recolhidos na cidade e que serão transportados para o Ecoponto.

“Aqui, vamos receber materiais que podem ser reaproveitados e que, na maioria das vezes, são descartados nas ruas, margens de estradas e mananciais da cidade”, destacou o Marcus Alexandre. O Ecoponto foi construído com recursos de cooperação financeira entre a Prefeitura de Rio Branco e a Fundação Banco do Brasil e deverá receber resíduos de nove bairros da capital, entre os quais o Universitário, Jardim Brasil, Rui Lino e Joafra.

Prefeito Marcus Alexandre quer parceria com comunidade para combater degradação ambiental - Foto Marcos Vicentti, Ascom-PMRBPrefeito Marcus Alexandre quer parceria com comunidade para combater degradação ambiental - Foto Marcos Vicentti, Ascom-PMRB

Previsto no Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, o Ecoponto é o local adequado para depósitos de materiais, como galhadas de árvores, pneus velhos, metais, resíduos da construção civil (trituráveis, solo, madeira e embalagens), resíduos volumosos, resíduos verdes, resíduos sólidos domiciliares secos, lâmpadas, pneus, eletroeletrônicos, pilhas e baterias.

O Ecoponto ocupa uma área de aproximadamente 700 m2 e a gestão do espaço será de responsabilidade da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), que vai receber, separar e dar destinação aos resíduos que serão recolhidos nos bairros pela prefeitura.

Lixo descartado na cidade é de grande volume

Área do Ecoponto onde serão guardados os resíduos largados nos bairros - Foto Ascom-PMRBÁrea do Ecoponto onde serão guardados os resíduos largados nos bairros - Foto Ascom-PMRB

O prefeito Marcus Alexandre disse que a ideia de criar o Ecoponto nasceu da necessidade de solução para os problemas gerados pelo descarte inadequado de lixo em toda a cidade. Segundo ele, o lixo descartado é de grande volume e, na maioria dos casos, configuram agressões ambientais e até problema sanitário, que coloca em risco à saúde pública.

Com a criação do Ecoponto, o cidadão passa a ter uma opção para descartar materiais e, a partir de agora, pode pensar duas vezes antes de jogar em vias públicas. A natureza é uma das principais vítimas do descarte inadequado de resíduos, lembrou o prefeito. “Rios, riachos, córregos, canais e lagoas e todos os seus ecossistemas sofrem com a poluição causada pelo acúmulo e descarte inadequado de lixo”, ressaltou Marcus Alexandre.

Muita gente compareceu à inauguração do Ecoponto do Tucumã - Foto Ascom-PMRBMuita gente compareceu à inauguração do Ecoponto do Tucumã - Foto Ascom-PMRB

Quando descartados de modo inadequado, determinados tipos de resíduos provenientes de estabelecimentos comerciais, industriais e unidades de saúde se infiltram pelo solo e podem contaminar a terra e os lençóis freáticos, que abastecem as bacias hidrográficas, poluindo o meio-ambiente e água que consumimos no dia-a-dia. “É isso que queremos evitar”, acrescentou o prefeito de Rio Branco.

Ele também considera que, quanto mais o cidadão promove o descarte inadequado, mais aumentam os custos com a limpeza urbana pela prefeitura da capital. “Trata-se de um recurso que poderia ser utilizado para educação, saúde, cultura e outras áreas da gestão pública”, disse.

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