Imprimir

Grafiteiros embelezam Rio Branco com painel de arte urbana

Escrito por Romerito Aquino (*) em . Publicado em Especiais

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

AMIGO DA ARTE, PREFEITO MARCUS ALEXANDRE ENALTECE TRABALHO DOS ARTISTAS GRAFITEIROS DA CAPITAL

Rio Branco ganha o maior painel horizontal de arte urbana do  Acre - Foto Leandro Chaves, FGB-PMRBRio Branco ganha o maior painel horizontal de arte urbana do Acre - Foto Leandro Chaves, FGB-PMRB

A cidade que se preza precisa ter espaços para a cor, o brilho, a alegria, a arte e a cultura. Para isso, basta valorizar e dar espaço a seus artistas para que eles garantam, com seus grandes talentos, uma vida mais saudável, mais agradável e mais bonita para o seu aglomerado urbano.

Foi isso que fez a prefeitura de Rio Branco ao apoiar o mutirão de um grupo de 20 artistas grafiteiros, que acabaram de pintar o maior painel horizontal de arte urbana do Acre, em 100 metros do muro da escola Glória Perez, no bairro Xavier Maia, chamando muita atenção de todos que passam pela Estrada Apolônio Sales, na capital acreana.

Marcus Alexandre aplaude  os artistas que fizeram na capital o maior painel horizontal de arte urbana do Acre - Foto Leandro ChavesMarcus Alexandre aplaude os artistas que fizeram na capital o maior painel horizontal de arte urbana do Acre - Foto Leandro Chaves

Coordenado pela Fundação de Cultura Garibaldi Brasil e contando com a participação da Secretaria de Educação do estado e de empresas privadas da capital, o trabalho artístico é formado por elementos da Amazônia, como a riqueza da biodiversidade de sua floresta e a cultura de seu povo indígena. Para elaborarem tão bela arte, os grafiteiros usaram 200 latas de spray, quatro galões de tinta-base e muito talento para exibir um lindo cenário da região da maior floresta tropical do planeta.

Agradecidos pelo apoio recebido das instituições públicas e empresas, os grafiteiros destacaram a importância do respeito que estão conseguindo junto ao poder público e à sociedade acreana.

“Mostramos que, com organização, estamos conseguindo mais respeito do poder público e da sociedade acerca desse tipo de arte. A obra apagada acidentalmente desse muro fez com que todos se mobilizassem para refazê-la, inclusive os estudantes”, afirmou o artista grafiteiro Júnior TRZ.

Prefeito Marcus Alexandre cumprimenta um dos grafiteiros do grande painel de arte urbana da capital - Foto Leandro ChavesPrefeito Marcus Alexandre cumprimenta um dos grafiteiros do grande painel de arte urbana da capital - Foto Leandro Chaves

MEMBROS DO COLETIVO DE ARTES URBANAS ACREANO

Além de Júnior TRZ, também participaram do trabalho do painel urbano os artistas Matias Souza, Junior TRZ, Fred Tattoo, Dedé Stencil, N'Grenn Street, WXLC, Danilo de S'Acre, Tino Txai, Mahatma Mahá e o artista boliviano Rico Bob, entre outros ligados ao Coletivo de Artes Urbanas Acreano (Caua). A programação cultural da entrega do painel ficou por conta da Batalha de Rimas entre MC's, apresentação de grupos de Raps locais e exposição de artes urbanas.

Ao falar da participação do prefeito na entrega do painel, o presidente da Fundação Garibaldi Brasil, Sérgio de Carvalho, assinalou que Marcus Alexandre é amigo da arte urbana e, por isso, a gestão cultural do município não poderia deixar de apoiar o mutirão dos grafiteiros.

Grafiteiros manifestam publicamente a sua fome de arte - Foto Leandro Chaves, FGB-PMRBGrafiteiros manifestam publicamente a sua fome de arte - Foto Leandro Chaves, FGB-PMRB

“No início do ano nós apoiamos o RB Graffiti, o encontro internacional de grafiteiros, onde aconteceram intervenções em diversos pontos da cidade, entre eles na escola Glória Perez. Meses depois essas artes foram apagadas de forma acidental e agora estamos juntos novamente garantindo a pintura do muro e deixando Rio Branco ainda mais colorida”, destacou Sérgio Carvalho.

A arte do grafite surgiu no mundo na cidade norte-americana de Nova York, no decorrer da década de 1970, quando alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade. Com o tempo, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos, tendo chegado ao Brasil através de São Paulo, no final da mesma década.

(*) Com Leandro Chaves, da Ascom da Fundação Garibaldi Brasil.

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn